sábado, 18 de agosto de 2012

Precisamos Falar Sobre o Kevin - Lionel Shriver

Boa Tarde,

Vou falar de um livro que eu quero ler muito, muito mesmo: Precisamos fala sobre o Kevin.


Sinopse: Para falar de Kevin Khatchadourian, 16 anos - o autor de uma chacina que liquidou sete colegas, uma professora e um servente no ginásio de um bom colégio dos subúrbios de Nova York - Lionel Shriver não apresenta apenas mais uma história de crime, castigo e pesadelos americanos: arquiteta um romance epistolar em que Eva, a mãe do assassino, escreve cartas ao marido ausente. Nelas, ao procurar porquês, constrói uma reflexão sobre a maldade e discuti um tabu: a ambivalência de certas mulheres diante da maternidade e sua influência e responsabilidade na criação de um pequeno monstro. Precisamos falar sobre o Kevin discute casamento e carreira; maternidade e família; sinceridade e alienação. Denuncia o que há de errado com culturas e sociedades contemporâneas que produzem assassinos mirins em série e pitboys. Um thriller psicanalítico no qual não se indaga quem matou, mas o que morreu. Enquanto tenta encontrar respostas para o tradicional "onde foi que eu errei?" a narradora desnuda, assombrada, uma outra interdição atávica: é possível odiarmos nossos filhos?



Eu sou uma das pessoas que compram o livro pela capa. Ainda bem que nunca me arrependi! A capa que deixou louca pra ler o livro foi a primeira, e depois que eu li a sinopse fiquei mais doida ainda para comprar, mas só achava o livro em média por R$ 40 a R$ 50, então estava esperando o preço abaixar um pouco. Agora está um pouco melhor para comprar.

Enfim, acho que esse livro nos traz uma reflexão que se for para pra pensar em uma chancezinha única de odiar meus próprios filhos, faz com que eu me arrependa só de imaginar! Mas será que se meu filho matasse alguém, me machucasse ou sei lá fosse um terrorista será que odiaria? Não consigo imaginar pois isso é uma questão que só conseguiríamos responder vivenciando. 

Um livro que foi para as telonas do cinema esse ano e eu fiquei louca pra assistir mas não vou. Quero ler.

Agora entra a questão do livro, o que faz uma criança se tornar um assassino? Ser maldosa? Infeliz? Nós como pais temos muitas responsabilidades e acho que somos responsáveis pela personalidade de nossos filhos, não inteiramente, pois cada ser humano tem seu próprio perfil, mas a criação ajuda bastante.

Acho que é uma ficção que tem que ser lida, escrevendo esse post não tinha pensando nessa forma de reflexão, que a autora propõe. Um assunto que não se pode deixar de lado, como em uma gravidez na adolescência ou casos de bullyng tão frequente no nosso dia a dia. 

Espero que tenham gostado,tenham um ótimo final de semana.

Bjoooooos :-)

14 comentários:

  1. Eu assisti ao filme, e não gostei, o tema é tão interessante que poderia ter dado uma ótima adaptação. Tenho muita curiosidade para ler o livro, acredito que seja bom, pois realmente é um assunto bem legal que não pode ser deixado de lado, espero que ele não me decepcione como o filme!
    Um beijão

    Lara - Magia Literária

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    1. É pode ser que o livro não seja assim. Mas leia. Para saber. Mas quando decepciona assim as vezes nem lemos ne?

      bjoos querida!

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  2. Olá!
    É bem interessante a sinopse desse livro, por se tratar de um tema polemico sobre a criação dos filhos, realmente não sei se vou amar ou odiar, mas diferente de você a capa não me chamou muito a atenção.
    Beijos
    http://umlugarnaestante.blogspot.com.br

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  3. Olá!
    Esse livro está na minha lista de desejados, mas ainda não tive a oportunidade de comprá-lo.
    Na realidade, crianças que acabam se tornando psicopatas sofrem uma doença muito cedo, cientificamente comprovada como uma alteração no cérebro. Nessa caso, o máximo que a criação dos pais podem ajudar é identificando os sintomas desde cedo e levando o indivíduo ao tratamento antes que este cometa o primeiro assassinato. Mas como podem os pais desconfiar do seu próprio filho? Uma questão bem complicada.
    Parabéns pelo blog, já estou seguindo
    Beijos!

    Andressa
    umdiaacadalivro.blogspot.com
    @umdiaacadalivro

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    1. Ah que legaal saber disso, com certeza deve de ter mesmo alguma doença que cause isso. E realmente como saber?

      Mas obrigada por expor dessa forma! rs

      Obrigada por seguir vou dar um passada la tb!

      bjoos



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  4. Já houvi falar muito desse livro. Não costumo ler esses tipo de historias, não é a minha praia. Mas pela sinopse e pela reflexição que vc fez, todos nos deveriamos ler estes tipos de livros e saber mais, como isso funciona.
    http://loveebookss.blogspot.com.br/
    bjs

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  5. Eu quero esse livro *-*
    E fiquei na mesma que você, nada de filme antes da leitura haha
    Adorei!

    Beijinhos
    fulanaleitora.blogspot.com.br

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  6. Oi!
    Esse livro me pareceu ser muito intrigante, pois, afinal, ele trata de um forte tabu de uma maneira um tanto diferente.


    http://blogdaninareis.blogspot.com.br/

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  7. Oiii querida, eu tenho o livro mas ainda não tive 'coragem' para lê-lo pois como você disse é um livro muito 'tenso' e não sei ainda se estou preparada.
    Pois quando acontece uma chacina todos pensam nos pais e na família dos que morreram, mas quais pensam nos pais de quem matou? como eles se sentem em saber que o filho deles foi o causador de tantas mortes???

    Enfim, penso que ainda não estou com a mente preparada para ler esse livro!!!

    Beijocas

    Táta


    http://umdiaacadalivro.blogspot.com.br/
    @umdiaacadalivro

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  8. Oie
    Como tu eu também compro livros as vezes pela capa, posso dizer que já me arrependi de dois mas a maioria acaba valendo a pena a aposta. Eu nunca li esse livro embora já tenha lido vários comentários sobre ele.

    Beijão
    http://lilicasg.blogspot.com.br/

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  9. Bom dia!!!
    Amei seu blog, adoro ler e encontrei ótimas dicas aqui....
    Já estou te seguindo e te convido a conhecer meu cantinho: pontosperfeitos-ju.blogspot.com.br

    Beijos

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  10. Obrigada a todos pelos comentários.

    Realmente é um tema polêmico e temos que cuidar de nossas crianças sempre com muito amor.

    Um exemplo também de ficção é o Dexter que se tornou assassino após um trauma de infância.

    Bjoooos a todos e muito obrigada!

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  11. Oi Irinia! ganhei um lindo selinho, tem regrinhas mas gostei. Deixei um pra você, passa lá e veja se gosta. Bjuss

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Beijos e até a próxima!

Irinia Zachello